Música de Índio

•abril 27, 2010 • Deixe um comentário

Por Cátia Cananéa

Kayandys é o nome de um trio de índios equatorianos que andam por cidades da América do Sul fazendo e apresentando a música deles.

Kayandys – Kabra Ñawy

Pera aí… Ìndios? Fazendo música? Estranho.
Mas quem são estes indivíduos, e o que os motiva a tamanha aventura? Pois eu vou lhe contar:

Há muito tempo atrás, existia um povo que habitava aquela região montanhosa, que hoje chamamos de Equador, índios espertos e politizados. Eram de tal forma destemidos, que construiram um ímpério, sistema de irrigação para a agricultura, construções de beleza e complexidade nunca antes vistas…

Bem, os índios eram mui orgulhosos dos feitos de seus antepassados. Mas as coisas mudaram. Pessoas de outros mares resolveram se instalar nas terras equatorianas, causando amaldiçoadas guerras e muita destruição.
Com o passar dos tempos, os desafortunados índios foram perdendo espaço, rios já não davam mais peixes, as plantas se negavam à nascer.

Os entrusos então descobriram uma poção enfeitiçada, em tão profundo esconderijo e de tamanho poder sobre os homens brancos, que não mediam esforços para fazê-la precipitar do chão. Era mais negra que a completa escuridão e havia muita, muita poção. De sorte que eles nunca se contentavam, sempre queriam mais.

Esta poção era trocada por moeda. Em virtude do encanto que havia na poção, ela custava muito caro, o que atraia a soberba de muitos homens. Até os que juraram de pés juntos se preocupar com o bem dos índios, não fizeram outra obra senão arrendar suas terras recheadas de poção para homens acima deles. Os soberbos, invariavelmente, saiam e ainda saem com bolsos abarrotados de moedas. Por alguma razão, é do feitio dos soberbos não cumprirem com sua palavra e, sem que se possa precisar os detalhes, dão as costas aos índios.

Hoje estes índios foram engolidos pela nova forma de viver que os intrusos colocaram no mundo. Índios não tem mais terra, índios precisam de moeda.

Os índios jovens, movidos por uma inquietante energia desbravadora, decidiram virar nômades das cidades grandes. Mas o destino quis que, nas terras onde se encontra a moeda, não fosse possível ler as estrelas na ocasião do anoitecer. E, todavia, isso é sinal de que ali o tempo é imprevisível e as pessoas, em maior ou menor grau, desorientadas. Muita gente da cidade não sabe aonde quer chegar ou tem tanta coisa na cabeça, que acaba não tendo nada de verdade.

É por essas e outras que índios podem ser encontrados na Av. Paulista, ou próximo à estações de metrô do centro de São Paulo. Eles deixariam de honrar a memória dos seus predecessores caso não mostrassem suas caras pintadas.
Quem sabe, alguém preste atenção na existência desta espécie de humanos em extinção que não cogitou abandonar sua cultura. Nós, gente das cidades, poderíamos saber mais sobre eles. Mas por enquanto preferimos achar que eles são apenas homens exóticos que fazem a dança da chuva em praça pública.

Bandas (In)Dependentes

•abril 25, 2010 • 1 Comentário

Por Liana Alves Chiromatzo

Hoje bateu uma saudade em mim, não estou emo, mas ao que tudo indica tenho saudades dos meus dias de 2007! Nunca segui uma tendência, uma tribo, ou o que quer que seja. Me vesti sempre da forma que me deixava confortável, minhas roupas não descreviam as bandas que eu gostava, mas a minha rotina era bem diferente da de hoje. Todo final de semana, eu ia em shows de bandas independentes: sexta, sábado e domingo. Cada um desses dias tinha um lugar diferente, com uma banda diferente e não importava em que lugar de São Paulo era, eu estava lá, curtia, pirava no som, conhecia bandas novas e isso era incrível.
Então, nessa tarde de domingo, posto aqui com uma visão de fã, de uma fã que sente saudades. Principalmente, porque hoje tem gravação do DVD da banda Cine no HSBC Brasil e eu não vou, porque infelizmente as fases mudam, as pessoas mudam e hoje apesar de gostar muito, não parece ter sentido ir. Vi os caras crescerem, fui em um dos primeiros shows deles, foi no comecinho do segundo semestre de 2007 e eles abriram um show pra banda Gloria, que também hoje não toca mais nas casas mais humildes de São Paulo. E uma diferança muito grande dos shows agora são os preços, antes quando você pagava R$10,00 ou R$ 20,00 pra entrar, hoje pra ver os caras o preço chega a ser até R$ 180,00 dependendo do lugar.

Apesar de lembrar muito da época em que o Nx tocava no hangar em 2004, o ano de 2007 marcou mais pra mim. Eu ia nos shows de todas as bandas da cena independente, eu tinha um visual diferente das pessoas que frequentavam esses mesmos lugares, mas pirava do mesmo jeito. Os caras de todas as bandas tinham um contato muito íntimo com os fãs e apesar de atualmente ser muito legal a fama deles, com gravadoras reconhecidas, eles perdem essa intimidade com os fãs.
Granada(quando o Yuri Nishida ainda era o vocal), Cine, Gloria, Strike, Rancore, Level Nine, Sugar Kane, ForFun, C4(que hoje é a Restart), Drive in, Fresno, Vinte!, Cueio Limão e um monte dessas bandas. Zona Norte, Zona Sul, Zona Leste, Zona Oeste e ABC, não existia distância pra mim, nem um som que eu não gostasse na cena underground, eu conhecia todas as casas de shows, das mais precárias até as mais arrumadinhas, era só pegar o metro mais próximo, curtir muiiiito e voltar pra casa até á meia noite, senão o metrô fechava.

Os caras passavam muito perrengue com os aparelhos, o lugar, o calor e eu lembro de tudo isso. Lembrar daqueles dias e ver que hoje muitos deles deram certo e estão super bombando, nas rádios, na TV, nas revistas, é um sentimento de fã muito engraçado, até gratificante eu diria. Pena que a gravadora muda muito o som dos caras, apesar de deixar eles bem mais conhecidos no Brasil inteiro.

Vou deixar uns vídeos aqui do youtube de alguns shows que eu estava e que me deixam muito feliz de pensar que eu estava lá. Desculpa o post meio melancólico, mas cada coisa que eu vivi, cada momento que passei nesses lugares com essas bandas, é inexplicável.


Esse com o Yuri e o Di, no Hangar 110, em 2004. Cantando Gritos Do Silêncio, música do primeiro CD do Nx, independente.


Granada no ABC pro HC, foi irado em abril de 2007, o Yuri era vocal ainda dessa banda!


Cine, nas férias de julho de 2007 lá no Tribe House. Eram só DH, Bruno, Dan e Dave na banda, ainda não tinham as batidas eletrônicas comandadas pelo Dash. Olha o visual, nem eram dessa vibe colorida!


Gloria, tocando no Hangar 110 no finalzinho de 2007, tocando a música Minha Paz, que na época era novidade e eles já estavam aparecendo no Multishow e na MTV pra divulgar o som.

Vou deixar esses 4 vídeos que me fazem reviver muita coisa daquela época e apesar da qualidade ruim, dá pra ter uma noção de como eram os shows e era muito, muito divertido!

Deixo aqui também um desejo de boa sorte pros caras do Cine, que aposto que hoje lá no HSBC vai bombar, confere lá no myspace deles 3 músicas inéditas para a gravação do DVD de hoje, A Praia, Namora Comigo? e T.R.N.E.

Infância de Ouro – Anos 90

•abril 21, 2010 • 22 Comentários

Por Paula Arnoso

Há quem diga que as crianças nascidas na década de 90 tiveram a última infância saudável e realmente proveitosa. Bons aqueles tempo onde não existia técnologia 3G, Internet era coisa de maluco, telefone celular era só em filme americano, KinderOvo era só R$ 1,00 (aliás quem não tinha em casa uma caixa com dezenas de brinquedinhos que vinham dentro do ovo?) e as crianças ainda podiam brincar na rua. Lembro que onde eu morava no bairro do Tucuruvi, zona norte de São Paulo, todos os domingos fechavam uma rua atrás da minha casa para as crianças andarem de bicicleta, patins e empinarem pipa.

Esses dias estava reparando numa menina sentada ao meu lado no ônibus, deveria ter uns 10 anos no máximo, e lá estava ela digitando algo num celular BEM melhor que o meu e ouvindo seu Ipod de 4 gigas no volume máximo. Era inevitável não escutar o que ela ouvia e sabe o que era?

Não, não era Xuxa
Nem High School Musical
Muito menos Jonas Brothers

A garota estava ouvindo um Funk, nada de Mc Leozinho nem Perla, aquele pancadão forte mesmo! Com palavrão e tudo.
Dai eu me pergunto, será que ela é tem/teve uma infância feliz de verdade?

Aposto que ela nunca comeu um KinderOvo!

Em fim, isso me fez pensar o que eu gostava de ouvir na minha infância, é claro que eu não tinha um Ipod com capacidade para MIL músicas. Mas me diverti muito com minhas cassetes que ouvia nesse Gradiente Vermelho da foto, acho que todo mundo teve ou já viu um desse na época, e o bom era que além de ouvir as músicas ele vinha com um microfone pra você gravar suas próprias canções. Não era o máximo?

Pensando nisso, resolvi fazer uma compilação com os grandes sucessos infantis da década de 90!

Para quem quiser relembrar mais um pouco da nossa infância, tem um livro muito bom a venda na FNAC ou em qualquer outra livraria, o Almanaque dos Anos 90 escrito por Silvio Essinger. O livro trás muitas coisas interessantes da época como os desenhos animados, programas infantis e bordões que marcaram nossa geração. Dêem uma olhada no site do livro, vale a pena conferir: [http://www.almanaqueanos90.com.br/]

Kylie Minogue tem música nova rolando por aí

•abril 20, 2010 • 1 Comentário

Por Cátia Cananéa

Parece que a australiana Kylie Minogue está voltando a ativa.
Vazou ontem no youtube uma música que (dizem) ser uma gravação cortada do último album da loira, e que pode ser lançada como bonus no próximo trabalho. A música Broken Hearted / Love Love Love é bem levinha e nada deprê. Dá uma escutada:

Kylie não aparece muito na programação das rádios e da mtv, mas deveria. Sua voz é real, faz shows quase sem playback e seus videoclipes são bem mais interessantes do que os da maioria das pop stars americanas. Aqui você pode conferir uma performance na Suécia da Kylie cantando “Can’t get you out of my head”

E o melhor, Kylie é muito sexy! E Sempre foi.
Aos 17 anos era modelo conhecida em toda Australia e logo enveredou pelo caminho da música. As letras e as performances dela tem uma conotação sexual bem forte, e assim foi construída sua carreira.
Enfrentou cancer de mama em 2005, mas retornou triunfante com o album ‘X’, no décimo ano da carreira como cantora.
Kylie estrelou uma propaganda da marca de lingerie francesa Agent Provocateur, sensual demais, luxúria pura e potes de mel transbordantes. Olha só:

Detalhe: hoje ela tem 41 anos e continua com um corpo perfeito e uma certa expressão de sensualidade madura e pecaminosa. haha
Uma das músicas que eu mais gosto é ’2 Hearts’. Ela tem uma melodia sensual e faz meu corpo dançar involuntariamente quando eu a escuto. Amo.
Aí está, mas por favor, antes de assistir o video, dá uma aumentadinha no volume, ok?

AUTOTUNED!

•abril 15, 2010 • 2 Comentários

Por Thiago Liberal

Críticado por muitos, T-Pain releva: “Prefiro ser conhecido por algo do que não ser conhecido”

Alvo de muita polêmica no ano passado, o uso descarado do Auto-Tune por artistas no mundo inteiro não é mais novidade. Ainda assim, há quem não entenda direito a discussão acerca do programa, e aqueles que sequer ouviram falar dele. Pois bem, vamos aos fatos.

O programa

O Auto-Tune é um processador de áudio que corrige as imperfeições da voz, podendo alterar seu volume ou até distorcê-la, se usado com tais intuitos. Criado em 1997 por Andy Hildebrand, ex-cientista do grupo de pesquisa geofísica da Exxon (empresa petroleira americana), o software misturou suas pesquisas sobre dados sísmicos junto com programas de edição de som.

Não demorou muito para o programa ser utilizado comercialmente: em 1998, a cantora americana Cher estourou com seu hit “Believe”, que ficou conhecido pelo “efeito Cher”, por causa da distorção de sua voz.

No cenário musical atual, os cantores/rappers Lil’ Wayne, T-Pain e mais recentemente Kanye West são os maiores expoentes do uso criativo do Auto-Tune. Músicas como “Lollipop” (Wayne) e “Buy U a Drank” (T-Pain) só viraram grandes sucessos comerciais por causa do efeito robótico nas vozes dos cantores.

A polêmica

A maior discussão acerca do Auto-Tune, porém, não é direcionada aos artistas citados anteriormente – o que não significa que saiam ilesos às críticas – mas sim ao uso “discreto” do programa para deixar a voz perfeita. Em entrevista ao site do Time, Clive Davis, presidente da Sociedade de Engenheiros de Áudio, nos EUA, disse que não há problemas em consertar uma nota ou outra com o software, mas acredita que o que é feito hoje já ultrapassou os limites.

O site da Revista Época publicou no ano passado uma matéria sobre o assunto (“Quer ser um cantor?”), e disponibilizou três trechos de música com correção de voz ‘autotunada’. Resultado: é quase imperceptível. Para dar mais ênfase na proposta de que qualquer um pode ser cantor com o uso dessa tecnologia, a revista gravou o uivo de um cachorro e, com ajuda desse “Photoshop vocal”, o transformou numa música.

Contrários ao uso exagerado do Auto-Tune, alguns artistas se levantaram contra o software. “Nenhum Auto-Tune foi usado na produção desse álbum”, é o que diz na capa do CD The Duel (2004), da cantora country Allison Moorer. A banda de indie rock, Death Cab for Cutie, também protestou na cerimônia do 51º Grammy, usando detalhes azuis claros nas suas jaquetas (possivelmente por causa das cores do programa).

Porém, quem chutou o pau da barraca foi Jay-Z: em seu mais novo álbum, o Blueprint 3, consta a faixa “D.O.A. (Death of Auto-Tune), ou “Morte do Auto-Tune”. Em um trecho da música ele fala para os rappers voltarem ao rap, e pararem de “T-Painear” (T-Paining, em referência a…preciso falar?), mas se contradiz em entrevistas, ao dizer que apóia T-Pain e Cia, desde que pare por aí. “Não é todo mundo que deve fazer. Deixe que eles façam”, declarou ao site da MTV o milionário rapper.

Confira o clipe de “D.O.A.” abaixo:

Brincadeiras

Depois desse alarde todo, parece que por ora o assunto foi deixado um pouco de lado, mas ainda rende algumas brincadeiras na internet, como a transformação de vídeos famosos no youtube (como Charlie bit my finger) em canções autotunadas. Ótima dica do blog Márcio Silva.

Para quem quiser conferir:

Foto T-Pain: http://chapmanchapman.wordpress.com/2009/09/05/t-pain-reads-the-classics/

Foto D.O.A.: http://media.photobucket.com/image/DOA%20jay%20z/pardonmeduke/jayz-DOA-1.jpg

“A inocência das palavras, na malícia da intenção” Banda V.O.W.E

•abril 15, 2010 • 1 Comentário

Por Liana Alves Chiromatzo

Artistas muito talentosos, conhecidíssimos na cena independente, calejados da estrada e da correria, além de experiências que, com certeza, nenhum integrante de outras formações tem. Junta tudo isso, e forma uma banda. Você pensa em novidade? Eu penso em maturidade e em um projeto promissor.

No começo de janeiro de 2010, para os fãs de Yuri Nishida (antigo integrante e vocal das bandas Granada, Gloria e Nxzero) o ano começou com um alívio de saber sobre a volta do artista aos palcos mas com muito, muito suspense. Ninguém sabia ao certo o que era, quem eram os integrantes, como seria, o que tocaria e a expectativa só aumentava a cada dia.
Aí então, no dia 25 de janeiro surgiu uma novidade do tão comentado projeto, que ninguém conhecia muita coisa ainda. Confere aí:

Foram 25 segundos de pura curiosidade e que causou mais vontede ainda de conhecer a banda, porém já direcionou a visão dos ansiosos. Assim que o vídeo foi postado, demorou menos de 15 minutos para ter mais de 130 views no canal do youtube. Logo em seguida foram divulgados mais 2 teasers semelhantes a esse que eu postei. No terceiro dia já havia mais de 3000 views nos teasers, aí então a espera terminou.

Dia 4 de fevereiro acabou o mistério: Yuri Nishida, Fabrízio Martinelli (antigo guitarrista daHateen), Vinnie Martins (antigo baixista da Minnuit) e Denis Mendes (antigo baterista do Marcelo Nova), formam a banda V.O.W.E.
Nomes fortes, pessoas persistentes e dom musical de sobra. Todos eles com uma bagagem inacreditável de momentos vividos, participações em respeitadas bandas, músicas escritas e fãs completamente fiéis aos artista e não à antigas formações ou esteriótipos criados. Uma ideia, no mínimo, inesperada. A banda evolui rápido, em um período muito curto, tem em média 60 mil visualizações nas músicas acessíveis no myspace dos caras, muita gente grande dando apoio e motivando esse projeto novo.

E a novidade mais quente, foi que o produtor da Arsenal Music, o Rick Bonadio, que produz e produziu bandas como Mamonas Assassinas Nxzero, Charlie Brown Jr., Fresno, CPM 22, Tihuana e uma lista delas, procurou os caras da V.O.W.E e ao que tudo indica a gravadora Midas Music vai guiar o caminho desses caras que tanto merecem sucesso, pelo trabalho duro e esforço de anos de carreira.

Banda V.O.W.E, Rick Bonadio e Equipe Midas Music

Fica aí minha dica e promessa pro rock nacional de 2010. Essa semana ainda posto sobre um dos artistas em especial, que eu acho muito interessante a história dele e a contribuição para a cena underground nacional.

Primeiro webclipe, música Simples Assim:

Soulja Boy e Chris Brown estão chegando ao Brasil

•abril 13, 2010 • 4 Comentários

Por Liana Alves Chiromatzo

O mês de abril e maio prometem surpresas para quem curte um Hip Hop, Black ou R&B, como quiserem chamar. Fiquei muito feliz com as notícias que li no site da Billboard brasileira, diz que dois jovens artistas confirmaram as datas da vinda para o Brasil e suas apresentações.

O rapper Soulja Boy, com apenas 19 aninhos, chega ao Brasil no fim desse mês e tocará em 3 cidades brasileiras já confirmadas. E uma delas, claro que é São Paulo. Soulja desembarcará em Florianópolis dia 20 de abril e vai tocar no Stage Music Park, no dia seguinte parte para Porto Alegre, onde se apresentará no Pepsi on Stage e aí para fechar com chave de ouro, dia 22 vem para São Paulo e vai arrasar no Via Funchal.
Os ingressos e o show ainda não estão divulgados no site da casa de shows paulista. Mas claro, como fã, e com uma curiosidade nata, liguei lá para confirmar! O show, segundo a mocinha que me atendeu, Adriana, não está agendado e ela não sabe de nada. Mas acho que posso confiar nas fontes e datas do site Oficial da Billboard.

Para ir esquentando o clima para Soulja Boy, deixo o clipe da última música que entrou nas paradas de sucessos das rádios, videoclipes, sites e tudo mais, que o cara fez bombar:

E claro, uma dica pra quem só conhece essa música aí em cima e Crank That, que fez muito sucesso e bomba até hoje nas baladas do gênero. Assiste aí esse clipe pra ver como o cara manda bem de verdade:

Agora a segunda novidade, para maio é o Chris Brown. Mais polêmico e mais popular, com seus 20 anos. Apesar dos rumores e fatos que ocorreram entre ele e a Rihanna, o cara não deixa de ser talentoso e dono de muitos sucessos mundiais.

Chris Brown em foto de divulgação

Dia 19 de maio o rapper dá as caras aqui no Brasil pela primeira vez, começando por Belo Horizonte, no Chevrolet Hall. O artista vai divulgar o seu novo álbum Graffiti, que faz parte da turnê Fan Appreciation.
Eu sou meio suspeita para comentar dessa turnê, porque gosto de quase todas as músicas dele. E um dos sucessos desse novo álbum é a música Crawl, que tá bombando nas paradas. Mas as que prometem no show são a Run It! e Yo (Excuse Me Miss), que são sucessos mais antigos do artista. Além de mandar bem nas músicas ele não deixa a desejar nos seus passos de dança, dença muiiito bem! O que é essencial em um cantor desse nível.
Dá uma olhada então, na música que eu mais piro do álbum novo, que tem a participação ilustre de Lil Wayne e Swizz Beatz:

Aqui em São Paulo ele deve aparecer no dia 20 de maio no Credicard Hall, seguindo para o Rio onde vai se apresentar no Citibank Hall dia 21 e por fim, passará em Porto Alegre no Pepsi on Stage dia 22. Os ingressos já estão sendo vendidos para os clientes Credicard, Citibank e Diners, que podem comprar pelo site http://www.ticketsforfun.com.br, pelo telefone 4003-5588 ou em outros pontos de venda no país. Já o público em geral pode garantir os ingressos a partir do dia 15 de abril, depois de amanhã. Tá aí então as minhas novidades.
Ah, e se eu não aparecer nos 2 shows, em um pelo menos vou marcar presença e conto os detalhes para vocês. Por enquanto, fiquem só curtindo o som, porque os caras tão chegando!

ATUALIZADO 20/04/2010
*Pra quem não ficou sabendo, o show do Soulja não rolou! Tá aqui no site da Billboard a explicação e um vídeo dele exclusivo pros fãs brasileiros. Aí no link tem também, as novas datas, o show não rolou em abril mas agora está previsto para o final de julho, por causa do lançamento do novo álbum DRE.

http://billboard.br.com/noticias/shows-do-soulja-boy-no-brasil-sao-cancelados

 
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